Apagão no Amapá já dura 10 dias: entenda consequências da falta de energia no estado.

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Quais foram os impactos para a população?

A queda de energia afetou também o sistema hidráulico do estado. Falta água encanada, água mineral e gelo.

A falta de energia impactou, consequentemente, os serviços de internet e de telefonia. A maioria parou de funcionar e mesmo com o retorno parcial da eletricidade, a comunicação ainda segue precária.

Caixas eletrônicos e máquinas de cartão, que precisam de carregamento elétrico, também pararam de funcionar, o que faz com que as pessoas não consigam fazer compras.

Bombas de postos de gasolina também pararam de funcionar sem energia. Com o rodízio, eles operam somente nos horários em que o fornecimento está normalizado. Só ficaram operantes os postos que têm gerador próprio (antes com horário reduzido por causa da pandemia, eles agora podem funcionar 24h).

No primeiro dia de protestos, um adolescente de 13 anos foi atingido no olho por uma bala de borracha e corre o risco de perder a visão. Um dos protestos de terça-feira bloqueou por cerca de 8 horas a BR-210, na Zona Norte de Macapá.

No primeiro dia de protestos, um adolescente de 13 anos foi atingido no olho por uma bala de borracha e corre o risco de perder a visão. Um dos protestos de terça-feira bloqueou por cerca de 8 horas a BR-210, na Zona Norte de Macapá.

No primeiro dia de protestos, um adolescente de 13 anos foi atingido no olho por uma bala de borracha e corre o risco de perder a visão. Um dos protestos de terça-feira bloqueou por cerca de 8 horas a BR-210, na Zona Norte de Macapá.

Adolescente é atingido por bala de borracha no olho durante manifestação no Amapá; PM investiga — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Eleições adiadas

O primeiro turno em todo o país está previsto para este domingo (15) e, o segundo, para o próximo dia 29. As novas datas do pleito em Macapá não foram definidas, mas a decisão desta quinta estabelece que o processo eleitoral na cidade deverá ocorrer ainda em 2020.

Segundo o TSE, 27 de dezembro, último domingo do ano, é a data-limite para que não haja prorrogação de mandatos atuais, o que é vedado pela Constituição.

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